O apresentador Agnelo Corbelino recebeu em seu programa “Passando a Limpo” o deputado estadual, Claudinei Lopes (PSL). Atuante na mesa diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), vice-presidente da Comissão de infraestrutura e transporte, e integrante da Comissão de segurança da AL, debateu com o âncora assuntos relacionados a segurança pública no estado, como o descaso na Politec no interior, fechamento de delegacias, um suspiro de melhorias efetivadas pelo governo ao longo da gestão Mauro Mendes (DEM), entre outros vários assuntos.

O bate-papo, girou em torno da segurança pública, uma vez que o entrevistado, tem experiência na área. Primeiramente, como delegado da Polícia Judiciária Civil antes de assumir o cargo de parlamentar, até a tomada da presidência da comissão de segurança, no início de seu mandato.

Questionado pelo apresentador sobre sua leitura acerca das condições em que se encontram a segurança pública no estado, o convidado responde: ” Você chegar em regionais como Alta Floresta, Tangará da Serra e visitar um prédio da Perícia Oficial do Estado, a Politec e ver aí prédios caindo aos pedaços, regionais que não tem nem prédios do IML, para o médico legista analisar aqueles cadáveres por morte violenta, tendo que analisar aquele corpo que já está em estado de putrefação em espaço aberto, porque não se tem um espaço adequado, salas adequadas…Então são situações assim, vergonhosas para o governo do Estado“, declarou o parlamentar.

Para além disso, o deputado destaca “Quando entregamos o relatório para o governador em fevereiro, das treze visitas que realizamos em polos regionais que envolve 129 municípios, o governador não sabia que faltava médicos legistas no estado. Eu não sei se foi proposital, mas eu convidei o secretário de segurança do Estado. Quando fomos lá ele nos recebeu bem mas acho que falta essa proximidade dos secretários com os deputados“, ressaltou o entrevistado se referindo a Alexandre Bustamente, responsável pela pasta no Estado.

Outra indagação feita por Agnelo, está interligada ao fechamento de delegacias em municípios do Estado, essas alterações teriam sido bem sucedidas ou não, questionou ele. O ex-delegado respondeu “isso aí me trouxe m desgaste junto a minha instituição, Polícia Civil, no início. Foi no início de 2019, eu era vice-presidente da comissão de segurança, eu mesmo propus isso, da gente fazer audiência pública convidar prefeitos dos municípios que seriam fechadas delegacias. O que foi alegado foi a falta de efetivo“, contou o deputado.

Entre esses assuntos muitos outros que rondam a complexidade da Segurança Pública mato-grossense foram debatidos em meio a entrevista. Então, não perca e acompanhe o bate-papo completo!

Assista o vídeo:

 

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