O projeto de lei que estabelece atividades educacionais como essenciais, na pandemia da Covid-19, é aprovado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta segunda-feira (5). A aprovação significa permitir a reabertura das instituições de ensino públicas e privadas nos 141 municípios de Mato Grosso.

A lei agora depende da sanção do governador Mauro Mendes (DEM) para entrar em vigor, favorece as unidades das redes pública e privada de ensino municipal, estadual e federal, relacionadas a educação infantil e de níveis fundamental, médio, educação de jovens e adultos (EJA), ensino técnico e superior.

Houve apenas seis votos contrários dos seguintes deputados: Eduardo Botelho (DEM), Valmir Moretto (Republicanos), Lúdio Cabral (PT), Allan Kardec (PDT), Dr. Gimenez (PV) e Dr. Eugênio (PSB).

Pela manhã, houve um manifesto simbólico de mães e empresárias do ramo de educação infantil em defesa da aprovação do projeto de lei em frente ao prédio do Legislativo.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Wilson Santos, discurso que essa lei já vigora em outros estados do país como Santa Catarina e Rio Grande do Sul e citou dados para defender seus argumentos.

“Os pobres não tem computador. A única alternativa é a aula presencial. O ensino on-line patrocina à distância social. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Universidade de Zurique na Suiça realizaram estudos de que países em desenvolvimento tem desempenho muito melhor com as escolas em pleno funcionamento desde que respeitada as medidas sanitárias. Não estamos nos baseando em achismo”, disse.

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