O deputado federal, Neri Geller, denunciou no início deste mês a sua “ex-ficante” e ex-servidora da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso, Nilza Ramos Pires, por tentativa de extorsão, aplicando o conhecido golpe da barriga

Segundo informações, Neri havia se relacionado com a mulher apenas uma vez, no início de 2020, mas após o encontro, o parlamentar se recusou a continuar o relacionamento.

No entanto, Nilza não gostou da atitude do parlamentar e afirmou estar grávida.

Ainda conforme informações, ela pedia dinheiro para não divulgar a relação entre os dois. Já Geller, que havia se divorciado há dois anos, teria informado que assumiria a criança e pediu para a mulher realizar os testes de gravidez e comprovar sua paternidade.

Pouco tempo depois, a ex-servidora afirmou ter sofrido um aborto espontâneo, e tentou culpar o deputado. A mulher também relatava estar com depressão e que teria sido abandonada por Neri, e novamente pedido dinheiro, desta vez para não contar sobre o suposto abandono.

Nilza começou a enviar mensagens, após o deputado assumir seu noivado com Juliana Vieira. A ex-servidora procurava para Juliana dizendo que também estava “namorando” Geller.

Além disso, Nilza contou com a ajuda de Márcio Hister para criar perfis falsos nas redes sociais e utilizar vários números pré-pagos para incomodar o parlamentar.

O deputado juntou prints de mensagens de textos recebidas por SMS e pelas redes sociais, além de áudios, ligações e arquivou no boletim de ocorrência realizado na Polícia Civil, responsável por investigar o caso.

Em nota, o deputado lamenta a situação de expor familiares e amigos e reitera que todas as medidas judiciais estão sendo tomadas contra Nilza Ramos Pires e Márcio Hister.

Confira a nota na íntegra:

“Sobre a divulgação de matéria que trata do crime de extorsão, coação e ameaça cometido contra o deputado Neri Geller e sua noiva, Juliana Vieira, o parlamentar confirma as informações e reitera que todas as medidas judiciais estão sendo tomadas contra Nilza Ramos Pires e Márcio Hister.

Além dos registros de B.O, já estão sob posse das autoridades policiais todo material probatório que comprova a ação de conluio entre ambos os denunciados com claro objetivo de atacar a imagem e honra do parlamentar. Sob orientação jurídica da defesa e, por estratégia processual, os documentos a que faz menção a matéria ficaram unicamente em poder da polícia.

No mais, o federal declara que acredita na Justiça e lamenta a situação que acaba por expor familiares e amigos.”

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