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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), alegou “insuficiência de indícios”, e autorizou o retorno do servidor público, Rosinaldo Nunes de Almeida, como gerente de setor, dentro da Casa Civil, no Palácio Paiaguás.

Rosinaldo respondeu a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), por possível envolvimento em uma fraude, em protocolo no início da polêmica veio a ser conhecida como ‘Grampolândia Pantaneira’.

A Controladoria Geral do Estado (CGE) recomendou que o servidor tivesse sua demissão executada. Isso porque, em 2018, quando o PAD foi instaurado contra Rosinaldo, havia a suposição de que a senha do servidor teria sido utilizada para fraudar a denúncia de um escritório clandestino de interceptação telefônica.

Ao final de todos os trabalhos investigativos, acabou sendo concluído pela Controladoria que Rosinaldo tinha deixado sua senha para ser utilizada na situação fraudulenta. Com isso, foi recomendada a demissão dele, esta que foi barrada pelo governador por “insuficiência de indícios”.

Nunes foi autorizado a retornar a seu cargo, o servidor continua a ser investigado no processo que visa identificar todas as interceptações telefônicas realizadas dentro do governo de Pedro Taques.