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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11), a Operação Dulcis, foram apreendidos 5.000 selos de LSD. Há fortes indícios de que o líder do grupo, um ex-presidiário monitorado com tornozeleira eletrônica, usava um aluno da UFMT para receber a droga, que chegava do Rio Grande do Sul pelos Correios.

A ação investiga uma associação de tráfico de drogas sintéticas em Cuiabá. Os policiais federais deram cumprimento a cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária na Capital.

Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Criminal de Várzea Grande, que determinou ainda o sequestro de um veículo obtido com o proveito do tráfico, comprado à vista, em dinheiro. Uma das maiores apreensões deste tipo de drogas no Estado de Mato Grosso.

O entorpecente era anunciado em grupos de WhatsApp e outras redes sociais restritas aos usuários conhecidos. O investigado contava ainda com entregadores, que levavam o LSD aos compradores onde estivessem.

A operação tem como objetivo prevenir e reprimir o tráfico de drogas por encomendas postais, uma vez que a compra de drogas pela internet e o envio pelos Correios tem aumentado significativamente, demonstrando uma mudança no perfil dos traficantes e usuários.

O nome da operação ”Dulcis”, vem da palavra do latim dulcis, que quer dizer “doce”, como é conhecido o LSD.