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Custos regulatórios no mercado livre de energia: desafios para novos entrantes

By Diego Rodríguez Velázquez 14 de julho de 2025
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Leonardo Manzan aponta que os custos regulatórios ainda dificultam a entrada de novos players no setor energético.
Leonardo Manzan aponta que os custos regulatórios ainda dificultam a entrada de novos players no setor energético.

De acordo com o empresário Leonardo Manzan, entender os custos regulatórios no mercado livre de energia e os desafios para novos entrantes tornou-se cada vez mais necessário, especialmente agora que o setor elétrico brasileiro passa por transformações significativas. A possibilidade de consumidores escolherem livremente seus fornecedores de energia representa um avanço em termos de competitividade e eficiência, mas também cria um cenário complexo para as empresas que desejam ingressar nesse ambiente.

Contents
Custos regulatórios no mercado livre de energia: desafios para novos entrantesComplexidade normativa e barreiras de entradaReflexos financeiros e riscos operacionaisO papel das garantias financeirasBoas práticas para novos participantesUm mercado em expansão, mas exigente

Nesse novo mercado, não basta apenas negociar bons contratos comerciais. Há custos e exigências regulatórias que podem definir se um projeto será ou não financeiramente viável.

Custos regulatórios no mercado livre de energia: desafios para novos entrantes

Segundo Leonardo Manzan, o mercado livre de energia permite que consumidores qualificados, geralmente aqueles com maior demanda de energia, comprem diretamente de geradores ou comercializadoras, em vez de depender exclusivamente das distribuidoras locais. Isso possibilita acordos personalizados de preço, prazos e fornecimento, o que, em tese, representa economia para quem consome grandes volumes.

Mas essa liberdade implica custos regulatórios expressivos. Além de taxas cobradas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), há custos com adesão ao mercado, exigências de garantias financeiras e obrigações com sistemas de medição, relatórios periódicos e auditorias. Tudo isso exige estrutura técnica e financeira robusta, algo que pode assustar empresas de menor porte.

Complexidade normativa e barreiras de entrada

Sob esse ponto de vista, Leonardo Manzan explica que, embora o mercado livre ofereça oportunidades, ele ainda é caracterizado por um emaranhado de regras complexas. Pequenos e médios players muitas vezes encontram dificuldades para entender completamente as resoluções, portarias e instruções normativas que regulamentam as operações.

Há também a questão do risco regulatório. Mudanças nas normas podem ocorrer de forma rápida, alterando condições previamente previstas e impactando contratos em vigor. Para novos entrantes, essa incerteza pode representar uma barreira significativa.

Desburocratizar o mercado livre de energia é essencial, defende Leonardo Manzan.
Desburocratizar o mercado livre de energia é essencial, defende Leonardo Manzan.

Reflexos financeiros e riscos operacionais

Por outro lado, Leonardo Manzan observa que os custos regulatórios não se limitam às taxas iniciais de adesão. Existem custos recorrentes, como a obrigatoriedade de contratar profissionais especializados, implementar sistemas de gerenciamento de energia e arcar com eventuais penalidades em caso de descumprimento de regras.

O risco financeiro é elevado, principalmente pela volatilidade do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD). Um erro no planejamento do consumo ou na projeção de preços pode gerar custos inesperados, impactando diretamente o caixa da empresa. Para quem está começando, essa realidade pode parecer intimidadora.

O papel das garantias financeiras

De modo análogo, Leonardo Manzan comenta que as garantias financeiras exigidas para atuar no mercado livre costumam ser um ponto crítico para novos agentes. A CCEE exige depósitos ou cartas de fiança que podem comprometer parte significativa do capital de giro das empresas. Sem essas garantias, não é possível operar no ambiente de contratação livre.

Essa exigência busca proteger o sistema de inadimplências que possam afetar toda a cadeia do setor elétrico, mas, na prática, acaba afastando empresas que não possuem estrutura financeira robusta ou acesso facilitado a crédito.

Boas práticas para novos participantes

Leonardo Manzan informa que é recomendável que novos entrantes realizem estudos detalhados antes de decidir ingressar no mercado livre. Elaborar simulações financeiras, mapear todos os custos regulatórios e manter diálogo próximo com consultorias especializadas pode evitar surpresas desagradáveis.

Também é importante acompanhar o processo de modernização do setor elétrico, que vem sendo discutido pelo governo federal. Há propostas para reduzir barreiras de entrada, simplificar processos e até mesmo democratizar o mercado para consumidores de menor porte, mas essas mudanças ainda não foram totalmente implementadas.

Um mercado em expansão, mas exigente

Leonardo Manzan salienta que, apesar dos desafios, o mercado livre de energia no Brasil tende a crescer, impulsionado pela busca por eficiência, sustentabilidade e competitividade. No entanto, o ingresso nesse ambiente exige preparo técnico, financeiro e jurídico. Assim, entender os custos regulatórios no mercado livre de energia e os desafios para novos entrantes é essencial para empresas que desejam atuar de forma segura e rentável. 

Autor: Sergey Sokolov

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